Evento foi realizado na unidade da cooperativa localizada na Linha Girardi
A tradicional Tarde de Campo promovida pela Cotapel reuniu, nesta quinta-feira (19), agricultores, associados e clientes da cooperativa para apresentar as principais novidades em cultivares de soja, híbridos de milho, insumos e máquinas agrícolas voltadas às culturas de verão. O evento foi realizado na unidade da Cotapel localizada na Linha Girardi.
Ao longo da tarde, empresas parceiras expuseram cultivares de soja e milho, fertilizantes, defensivos e produtos para manejo, além de máquinas e implementos agrícolas. A programação contou, ainda, com a participação da Emater, com uma oficina do grupo Mulheres em Ação.
Em entrevista à Rádio Tapejara, o vice-presidente da Cotapel, Eduardo Pegoraro, destacou a importância do evento para aproximar produtores das inovações disponíveis no mercado. “É uma oportunidade para o nosso associado e cliente olhar o que tem de melhor no campo. Nossos parceiros estão expondo cultivares de milho e soja, produtos para manejo e também equipamentos. É a chance de trocar ideias, conhecer lançamentos e levar para a propriedade tecnologias que tornem o trabalho mais eficiente e eficaz”, afirmou.
Pegoraro também destacou a grande adesão dos produtores, com estrutura ampliada, área coberta e maior número de estandes. “Ficamos muito contentes em promover um evento como esse e ver o produtor participando para valer. A ideia é levar inovação e tecnologia para que ele possa entregar mais rentabilidade na sua propriedade”, acrescentou.
Produtividade
Durante a entrevista, o vice-presidente também destacou os números estimados de produtividade nas lavouras de verão. Conforme ele, a estiagem registrada em parte da região provocou perdas médias de cerca de 30% tanto no milho quanto na soja, variando de acordo com a localidade. As chuvas recentes trouxeram alívio aos produtores, e a expectativa é de que, com a confirmação de novas precipitações, seja possível alcançar um resultado ao menos suficiente para cobrir os custos nas áreas mais afetadas.
“A realidade é que já tivemos uma quebra em torno de 30%, mas ainda esperamos que a safra se desenhe de forma satisfatória e que o produtor consiga fechar as contas”, resumiu.
Jornalismo Rádio Tapejara
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