A Polícia Civil descartou a hipótese de suicídio na investigação sobre a morte da professora Glória Werkhausen, de 44 anos, encontrada sem vida após um incêndio atingir a residência onde morava, no bairro Florestal, em Constantina, na noite de domingo (12). A principal linha de investigação agora é de homicídio.
Durante a perícia, foram identificadas marcas de esganadura no pescoço da vítima. Um cabo também foi encontrado enrolado na região do pescoço, porém, conforme a Polícia Civil, ainda não é possível afirmar se ele foi utilizado para provocar a morte ou se foi colocado posteriormente. A causa da morte e a origem do incêndio serão confirmadas por meio dos laudos periciais.
As investigações prosseguem e, até o momento, não há suspeitos do crime. A Polícia Civil está ouvindo pessoas próximas à professora para tentar esclarecer as circunstâncias e a motivação do caso.
Sobre o incêndio
O incêndio foi registrado na noite desse domingo (12) em uma residência do bairro Florestal. Após controlarem as chamas, equipes de resgate localizaram o corpo de Glória Werkhausen no interior do imóvel, onde ela morava sozinha.
Conforme a investigação, o fogo ficou concentrado principalmente na área da sala, nas proximidades de onde o corpo foi encontrado, circunstância que também é analisada pela perícia.
Em razão da morte da professora, a Prefeitura de Constantina emitiu nota de pesar e suspendeu as aulas da rede municipal de ensino nesta segunda-feira (13).
Jornalismo Rádio Tapejara