Tricolor não deverá fazer novas movimentações no mercado brasileiro
O Grêmio encerrou, na terça-feira, a primeira janela de transferências com seis contratações para a sequência da temporada: o goleiro Weverton, o lateral-esquerdo Caio Paulista, os volantes Leonel Pérez e Juan Nardoni e os meia-atacantes José Enamorado e Tetê. A partir de agora, até o dia 27 de março, apenas negociações dentro do mercado brasileiro poderão acontecer, mas essa não é a tendência no Tricolor.
O primeiro período de contratações na gestão do presidente Odorico Roman foi marcado pelo alto investimento em quatro reforços, já que Weverton e Caio Paulista vieram em transferências gratuitas. Foram gastos no total cerca de R$ 110,5 milhões em Nardoni (R$ 41,6 milhões), Tetê (R$ 38,8 milhões), Enamorado (R$ 15,6 milhões) e Pérez (R$ 14,5 milhões).
Além das chegadas, essa janela também fica evidenciada pela forte limpeza no grupo deixado pelo ex-presidente Alberto Guerra. Ao todo, 21 jogadores foram liberados pelo clube, com alguns deles, inclusive, sendo testados nas primeiras rodadas do Gauchão, como Cuéllar, Cristaldo e Aravena. O técnico Luís Castro sempre teve como meta diminuir o plantel para poder trabalhar com 27 atletas. Um outro ponto defendido pela direção para essa redução tem a ver com a folha salarial, que chegou a bater em R$ 23 milhões com os novos reforços.
Com o fechamento da primeira janela de transferências, o Tricolor não deverá aproveitar o mercado interno para fazer novas aquisições. Internamente, os dirigentes deixam claro o posicionamento do clube. Salvo oportunidades pontuais, ou seja, “negócios de ocasião”, novas contratações não devem desembarcar no Aeroporto Salgado Filho. O mesmo discurso é válido para novas saídas.
Uma das posições vistas como mais carentes do elenco, a lateral direita, por exemplo, não deve ser reforçada até a metade do ano. Atualmente, Luís Castro tem utilizado Pavón na posição, mesmo que tenha Marcos Rocha e João Pedro. O último, porém, é desfalque por causa de uma lesão muscular na coxa esquerda.
Fonte: Correio do Povo
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