"Roja" foca em manter a posse e atenção redobrada contra ataque dos "Bleus" para semifinal da Copa do Mundo
Um dos maiores desafios que a Espanha terá contra a França na semifinal da Copa do Mundo é parar os quatro atacantes dos "Bleus". No entanto, a "Roja" tentará minimizar os riscos reduzindo ao máximo as perdas de bola, especialmente no setor defensivo.
"Temos que fazer um jogo praticamente perfeito. Ter a bola porque, sem ela, eles podem ter muitas dificuldades e, acima de tudo, quando perdermos a posse, o que certamente vai acontecer, devemos ficar muito atentos ao quarteto ofensivo deles e não deixar que contra-ataquem", disse o meio-campista Álex Baena em entrevista nesta segunda-feira (13), véspera da partida.
Estratégia espanhola
"Nossa identidade é ter a posse de bola, fizemos isso em todos os jogos. Obviamente, haverá momentos em que não estaremos com a bola e teremos que estar concentrados e unidos", acrescentou o lateral Pedro Porro, outro jogador que falou após o treino da equipe em Dallas.
Na cidade, choveu pela manhã e as temperaturas caíram em relação aos últimos dias. Ambos os jogadores, diante de um dos jogos mais importantes de suas carreiras, destacaram a importância do técnico da seleção espanhola, Luis de la Fuente.
"Ele é como um pai para nós. Alguns de nós o conhecemos há muitos anos, tendo trabalhado com ele nas categorias de base, e ele sempre nos transmite paz e tranquilidade", explicou Baena.
Apoio ao treinador
"Ele é uma pessoa muito importante dentro do grupo, especialmente porque nos faz sentir como uma família. Ele sempre transmite confiança e faz você se sentir importante, jogando ou não", acrescentou Porro.
Em uma Copa do Mundo de grandes proporções sediada por três países (Estados Unidos, México e Canadá), a Espanha teve que viajar muito mais e lidar com várias mudanças de fuso horário.
A França, por sua vez, permaneceu no noroeste dos Estados Unidos desde o primeiro dia, sendo sua primeira viagem de longa distância o deslocamento até Dallas, na região centro-sul do País. Baena admitiu que os jogadores sentem isso "nas pernas e nos corpos", mas tanto ele quanto Porro concordam que "não há desculpas".
Fonte: Correio do Povo
63.691.898 de acessos desde 2009
Direitos Reservados. Desenvolvido por Impar Agencia Web.