Morre trabalhador ferido em explosão de fábrica em Carazinho
ACIDENTE
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Morre trabalhador ferido em explosão de fábrica em Carazinho

Homem foi identificado como João Carlos Chaves, 51 anos

07/02/2024 14:25
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Morreu na manhã desta quarta-feira (7) um dos trabalhadores feridos na explosão da fábrica de rações Alisul Alimentos - Supra, em Carazinho, no norte gaúcho. O trabalhador foi identificado como João Carlos Chaves, 51 anos. A empresa se manifestou sobre a morte do trabalhador por meio de uma nota nas redes sociais (confira abaixo).

Outras duas pessoas seguem internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital de Clínicas em Passo Fundo em estado grave. A explosão ocorreu na tarde de segunda (5), por volta das 14h30min, no nono andar do prédio.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a empresa tem cerca de 60 funcionários. No momento da explosão, a maioria estava em intervalo. Ao todo, seis pessoas ficaram feridas. Três tiveram ferimentos leves, foram atendidos no Hospital de Clínicas de Carazinho (HCC) e liberados no mesmo dia.

Em nota, a empresa lamentou o acidente e afirmou que as equipes estão empenhadas em esclarecer as circunstâncias da explosão enquanto aguardam os resultados das perícias técnicas. A companhia também publicou uma nota de pesar nesta quarta-feira.

Leia na íntegra:

"É com profunda tristeza que informamos o falecimento de João Carlos Chaves, nosso Colaborador da unidade de Carazinho, em decorrência do acidente havido em 5 de fevereiro de 2024. Com profunda dor e luto, externamos nossos sentimentos aos familiares, amigos e colegas de trabalho. Neste momento concentramos nossos esforços em prestar auxílio às vítimas e seus familiares".

Liberação parcial

Na terça (6), a fábrica foi liberada parcialmente para voltar às atividades depois que a empresa apresentou a documentação exigida pelo Corpo de Bombeiros. Um dos laudos foi realizado por um engenheiro civil, que avaliou as condições estruturais do prédio após a explosão. O outro, feito por um engenheiro mecânico, detalhou a situação dos equipamentos existentes no local.

Com isso, o prédio, que estava totalmente interditado desde a explosão, agora está parcialmente interditado. Segundo os bombeiros, a parte da indústria não poderá voltar às atividades até que os reparos sejam feitos.

Fonte: GZH




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