15 setembro 2021 | 07h35
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Sem bailes, CTGs se reinventam para fazer eventos na pandemia
Casais não podem dançar nos eventos dos CTGs

No final de 2019, um baile no 35 CTG chegou a reunir 1,6 mil pessoas em Porto Alegre. Cerca de três meses depois, a pandemia esvaziou o galpão, que só voltaria a receber eventos presenciais em meados de julho deste ano. Histórias semelhantes se repetiram em diversas entidades tradicionalistas do Rio Grande do Sul e a retomada de atividades que está em curso agora, tão aguardada pelos amantes da tradição gaúcha, veio acompanhada de um novo formato de evento: os jantares-show ou almoços-show.

Essa alternativa trouxe os gaúchos de volta aos CTGs em eventos que têm comida servida em bufê ou à mesa e apresentações musicais ao vivo. Só que, como uma medida para minimizar o risco de transmissão do coronavírus, o público deve assistir o show sem desocupar seu lugar à mesa, já que a dança não está permitida.

De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde (SES), a previsão é de que os bailes em CTGs sejam retomados em outubro, tema que está sendo avaliado pelo Gabinete de Crise do governo do RS. No momento, estão vigentes protocolos que não permitem a utilização de pistas de dança para baile, somente para apresentações.

Os cafés de chaleira também têm composto a programação dos Festejos Farroupilhas nos CTGs. Respeitando cuidados como distanciamento entre os presentes, uso de máscara e de luvas na hora de se servir, os gaúchos podem desfrutar da refeição típica gaúcha, que tem café, leite, bolos, pães, frios, bolachas e feijão tropeiro.

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Fonte:

GZH

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