18 setembro 2020 | 14h07
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Mais de 90% das mortes violentas em Passo Fundo neste ano já foram elucidadas
De 31 mortes, 28 casos já possuem autoria

A Polícia Civil de Passo Fundo atingiu índice de 90,33% de solução dos crimes contra a vida até a metade de setembro de 2020.

Segundo os dados, Passo Fundo registrou 31 mortes violentas no município. Destes, 28 casos já possuem autoria e qualificação dos suspeitos, e outros três seguem sendo investigados e bem próximos a elucidação.

Do total de mortes, duas são tratadas como latrocínio (roubo seguido de morte), outras duas como feminicídio que é o homicídio cometido contra mulheres e motivado por violência doméstica ou discriminação de gênero, e outros 27 casos foram registrados como homicídio.

Em entrevista, o vice-governador Ranolfo Vieira Junior, que acumula também a função de secretário de Segurança Pública, disse que a especialização na investigação de homicídios tem trazido indicadores de países de primeiro mundo. “Nós temos indicadores com mais de 75% das mortes violentas sendo elucidados pela polícia. Isso aumentou ainda mais depois que lançamos o programa RS Seguro e o GSeg que é a gestão estatística em segurança pública baseada em evidências cientificas, reunindo os 23 municípios que tem os maiores indicadores do Estado” destacou Ranolfo.

Para a Chefe de polícia do Estado do Rio Grande do Sul, Delegada Nadine Farias Anflor, a polícia civil tem como prioridade a elucidação dos casos violentos, letais e intencionais. “Temos cumprido essa missão com maestria, graças ao esforço desses policiais, e devolvido a sociedade o sentimento de justiça naqueles crimes que aconteceram”, explicou a delegada. Nadine ressaltou que é notório o compromisso e o foco que os policiais civis têm com a elucidação dos crimes, apurando autoria e materialidade e apontando isso ao final do inquérito policial.

Para o delegado regional de Polícia, Adroaldo Schenkel, a elucidação dos crimes tem relação direta com a intensividade, dedicação e especialização levada às delegacias de polícia no Estado. “Esta investigação especializada aliada a participação dos demais órgãos de segurança como a Brigada Militar e Polícia Rodoviária Federal, colaboram em muito para que os crimes contra a vida sejam esclarecidos e preferencialmente com a prisão dos autores, criando uma cultura de que o crime não compensa, havendo uma prevenção de novas ocorrências” disse Schenkel.

Fonte: Rádio Uirapuru

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