02 novembro 2017 | 14h25
Atualizado em 02 novembro 2017 | 14h26
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Segue o trabalho de rescaldo do incêndio na Vicato Alimentos
Trabalhos estão concentrados na retirada de grãos

Já passam das 20 horas de trabalho para contenção do incêndio na Unidade de Armazenagem de Trigo da Vicato Alimentos em Sananduva.

O sinistro que iniciou na tarde de ontem, quarta-feira (1º), por volta das 16h destruiu a estrutura do silo que estava localizado de frente para a Avenida Independência e queimou cerca de 1.200 toneladas de trigo.

Bombeiros Voluntários e Militares da região atuam desde ontem no combate ao fogo. Os trabalhos seguiram madrugada a dentro e conforme o Comandante Operacional dos Bombeiros Voluntários de Sananduva, Ricardo Ribeiro, não há previsão de término, podendo inclusive se estender até a sexta-feira (03).

O comandante informou ainda que já durante a madrugada havia sido ultrapassado o número de um milhão de litros de água utilizado no combate. Segundo ele a água foi captada em hidrantes e também de açudes.

Nesta quinta-feira (02) o trabalho se concentra na retirada dos grãos que ainda alimentam focos de incêndio e também no resfriamento e rescaldo.

De acordo com Ricardo a retirada do trigo é necessária para que seja extinguido o fogo. “Nós vamos continuar trabalhando até o último foco de incêndio, não há previsão para término dos trabalhos”, informa.

Mais de 50 bombeiros voluntários e militares de Sananduva, São José do Ouro, Tapejara, Barracão, Machadinho, Marau, Lagoa Vermelha, Vacaria e Getúlio Vargas, atuam no sinistro.

Escalas foram feitas para que equipes atuem enquanto outras descansam. O comandante da operação é o sargento Alex Moreira dos Bombeiros Militares de Lagoa Vermelha.

Os Bombeiros Voluntários de Sananduva estiveram fazendo na tarde de ontem o primeiro controle. “Fomos muito breves, conseguimos salvar o outro armazém que tem as máquinas. Foi feita uma barreira para que o fogo não passasse para essa outra parte. Em seguida chegou o reforço da região, pois, já estávamos no limite operacional”, finaliza Ricardo Ribeiro.

Fonte: A Folha de Sananduva

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